Quem sou eu

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Sou um aprendiz da vida, um aluno teimoso e muitas vezes repetente como a maioria, mas, após tantas quedas e solavancos da vida, eu começo a despertar as boas potencialidades latentes em mim. É um processo longo esse, bem o sei, mas não deixarei que pensamentos, sentimentos e emoções doentias tomem o controle da minha vida. Chega de de sofrer por causa dessas escolhas equivocadas! Tudo agora vai acontecendo passo á passo. Nada de pressa nem ansiedade, as coisas não acontecem de uma hora para outra. A natureza não dá saltos. Agradeço ao criador de todas as coisas por essa mudança que começa a se processar em mim.

terça-feira, 13 de setembro de 2022

Trabalho de recuperação do 6º ano APENAS para quem perdeu dois simulados.

 

Trabalho de recuperação do 6º ano APENAS para quem perdeu dois simulados.  

Quem perdeu 01 simulado ou tirou nota abaixo de 5,0 em um deles pode fazer a prova como recuperação.

Entregar esse trabalho até o dia 29 de setembro. Depois em não aceito mais.

Trabalho deve ser manuscrito (a letra do próprio aluno) e em folha de almaço.

Aluno(a)_______________________________________________________ Turma________

 

1-      O que é politeísmo ?

2-      O que é monoteísmo ?

3-      Quais as principais classes sociais do Egito antigo ?

4-      Quais eram as principais funções dos escribas ?

5-      Como era a vida dos camponeses no Egito antigo ?

6-      Para quem serviam as pirâmides ?

7-      Os egípcios eram monoteístas ou politeístas ? Justifique sua resposta.

8-      Cite alguns deuses da mitologia egípcia e suas atribuições.

9-      Qual a função do rio Nilo para os povos que viviam no Egito ?

10-   Qual a principal diferença entre a religião dos hebreus e dos egípcios ?

Trabalho de recuperação do 9º ano APENAS para quem perdeu dois simulados.

 

Trabalho de recuperação do 9º ano APENAS para quem perdeu dois simulados.  

Quem perdeu 01 simulado ou tirou nota abaixo de 5,0 em um deles pode fazer a prova como recuperação.

Entregar esse trabalho até o dia 29 de setembro. Depois em não aceito mais.

Trabalho deve ser manuscrito (a letra do próprio aluno) e em folha de almaço.

Aluno(a)_______________________________________________________ Turma________

1-      O que foi a guerra de trincheiras?

2-      O que foi a guerra de movimento?

3-      Qual o fato que foi o estopim que deu a primeira grande guerra ?

4-      Como se davam as rivalidade imperialistas ?

5-      O que foi o pan-eslavismo ?

6-      Quais os países que formavam a tríplice aliança ?

7-      Quais os países que formavam a tríplice entente ?

8-      O que são povos eslavos ? Cite exemplos de alguns povos eslavos.

9-      Quais as invenções ou coisas que foram aperfeiçoadas no período da primeira guerra ?

10-   Qual o fato que foi fundamental para a entrada dos estados unidos na guerra ?

11-   Qual o fato que foi fundamental para a entrada do Brasil  na guerra ?

12-   Qual o saldo em vitimas deixado pela primeira guerra ?

13-   Quais as imposições do tratado de Versalhes a Alemanha ?

14-   Qual foi o principal erro da Inglaterra na questão entre judeus e palestinos ?

15-   O que significa intifada  ?

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

O bonde Jorjão e a história do “meliante não identificado”.

 

O bonde Jorjão e a história do “meliante não identificado”.

Parte 1

Policial  salva vitimas de um assalto ao alvejar meliante com cinco tiros. Nosso “herói” não estava em serviço, mas como cidadão de bem, cumpriu seu papel social na “na dura luta cotidiana contra a escalada da violência”.

Essa é a manchete do jornal “diário pinga sangue”, periódico especializado em “notícias” de violência que circula pelas comunidades da  zona Oeste do Rio. Os moradores do grande conjunto, em Padre Miguel, adoram a leitura  rápida e objetiva do tal periódico que pode ser comprado pela ninharia de um real.   

A  identidade do jovem alvejado não foi divulgada, mas, suspeitava-se ser alguém da região do grande conjunto ou das proximidades, visto que foi ali nos arredores que aconteceu o fato.  O  corpo também não foi encontrado o que dificultaria uma possível tentativa de identificação. Enfim, quase 24 horas do ocorrido, pouco se sabia da identidade do jovem chamado apenas de “meliante”.

Os comentários eram amplamente favoráveis ao agente publico que estaria “no local exato e na hora certa”. Dona Maria, dizia empolgada:

- Seria ótimo se tivéssemos mais policias como o Jorge Negão. Esse sim, honra a farda que veste!

- Nossa comunidade está segura desde que o “bonde do Jorjão’ chegou para nos dar proteção. Marco Banguela também  só tinha elogios pra galera do bonde!

- Mais tudo tem um preço, falou timidamente Severino!

- QUALQUER PREÇO EU PAGO PARA ME VER LIVRE DA VIOLÊNCIA! Dona Aurora, ao contrário de Severino, gritava como uma raiva do tamanho da sua indignação.

Desde que a milícia conhecida como “bonde do Jorjão” chegou à comunidade, cada morador tinha que pagar a taxa de segurança de 150 reais por mês. O gatonet era uma taxa de mais 50 reais paga por fora. NÃO EXISTIA A POSSIBLIDADE DE NÃO PAGAMENTO, pois todos, sem exceção “desfrutavam do serviço de segurança que contava com  algumas dezenas de homens encapuzados e sempre de fuzis na mão.

O que se sabia sobre eles é que eram PMS em sua maioria, mas também havia alguns bombeiros e cinco eram das forças armadas. Não moravam na comunidade e suas identidades eram fictícias, segundo eles para a segurança deles e da própria comunidade. Os moradores, rápido se adaptaram ao sistema linha dura imposto por Jorjão e Cia.

Alguns até reclamavam quando esse rigor os atingia:

- Poxa, era festa de 15 anos da minha filha! Bem que podíamos ir até 2 ou 3 da manhã! João teve que acabar com a festa no melhor momento, à meia noite.

- Mas a regra serve para todos né,  João! Se deixar um fazer  festa até 3 da madrugada, todos vão querer FAZER a mesma coisa e aí vira bagunça! Dona Maria era sempre a mais empolgada defensora dos home.

Dona Maria teve 4 filhos, mas dois já tinham partido vitimas da violência da guerra entre a polícia e as facções. Ela acusava os meninos do movimento pela morte dos filhos, mesmo sabendo que do lado contrário da guerra insana estava os home da PM. Luiz Henrique, um dos filhos que restaram sempre lhe dizia:

- Mãe, a senhora está equivocada! Os meninos não têm nada a ver com a morte do Caio e do Pedro. Foi a policia quem os matou!

- MAS ELES ENTRARAM PRO MOVIMENTO POR CAUSA DO BIMBILIM E DO FEIOSO. ELES É QUE LEVARAM MEUS FILHOS PRO CRIME. ISSO EU NÃO VOU PERDOAR NUNCA!

- Mãe, eles eram novinhos, mas fizeram uma escolha. Ninguém os obrigou a nada. 

- Mas a dívida que eles tinham era impagável.

- Eles poderiam fugir da comunidade e ir morar com a vovó em Juiz de Fora.

- Acho que se eles fizessem isso a gente ia pagar o pato.

- Ou não né mãe! Era a alternativa que tinham. E  a gente também poderia  ter saído daqui.

- Eu não abandono minha casinha jamais! Depois de tantos anos de sacrifício!

- Mãe, a gente paga pelas nossas escolhas!

Luiz Henrique está com apenas 20 anos, mas tem uma visão de mundo bem superior à da mãe que já passou dos 40. Ele não compartilha do entusiasmo da mãe em relação ao “bonde do Jorjão” e isso lhe tem causado alguns transtornos.  

 Fim da primeira parte

 

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Descobertas sobre Lucas.

 O suicídio do menino Lucas deixou atônita toda a comunidade. Todos queriam entender o ocorrido, mas não havia uma resposta única, pois eram muitas as suposições. O sexteto da alegria, porém, trabalhou bastante até encontar os primeiros indícios da verdade. 

Na escola foi fundamental a abordagem de um personagem, depois de inúmeras tentativas infrutíferas. Era João, um personagem já nosso conhecido. Um dia Pyerre falava com ele sobre outras coisas:

- E sua família João? Já se acertou com sua mãe e pai?

- Sim.  Eles não mudaram de ideia com relação ao que pensam. Disseram que me aceitam, mas não querem me ver com namorado em hipótese alguma.

- Ninguém muda de hora para outra né.

- Mas eu até estive melhor, mas...

- Mas continua se sentindo um peixe fora d'água.

- Não é isso. O Lucas.... E caiu em prantis antes de terminar o que ia falar.

- Quer dizer que você e o Lucas.... 

João balançou a cabeça afirmativamente. 


Pyerre pensou muito em tudo aquilo. Como o destino estava sendo irônico com eles? Quem diria que João seria o elo que ligava os dois casos?




quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Momento de muita tristeza

 

O conjuntão regurgitava. Gente de várias partes de padre Miguel chegava na rua F, diante da inusitada ocorrência.

Como “repórteres informais”, o sexteto de amigos lá estava para saber o que havia acontecido, embora já tivessem ciência do fato que gerava apreensão em todos. Lá chegando Pyerre (que estava mais à frente) ouve a conversa de dois homens de vestidos de vermelho:

- Qual a causa da morte ? 

- Aparentemente suicídio por ingestão de chumbinho. 

- Qual a idade ?

- 16 anos.

O dialogo acima serve apenas para informar os leitores,  pois, Lucas, o personagem central dessa triste narrativa,   era colega do grupo, mas sempre se mostrou um menino muito reservado e, às vezes,  até um tanto arredio.

- A conversa que ouvi dos bombeiros mostra o desfecho  trágico de mais um caso de possível depressão na adolescência..... Comentou Pyerre com os colegas que acabavam de chegar.

- Talvez ele precisasse apenas de um ombro amigo, de alguém que pudesse ouvi-lo sem critica. Posicionou-se Gabriela triste e pensativa.  

 - Às vezes um acontecimento desses pode gerar ações de prevenção que  possam evitar que outras crianças e adolescentes tirem a própria vida. O ponderado Miguel também mostrou uma tristeza evidente na sua fala. 

- Mas, lamentavelmente, o suicídio continua sendo um assunto tabu em nossas sociedades. A fala triste e indignada de Edu mostra a omissão social em torno de assunto gravíssimo.

- As pessoas dizem que falar no assunto e mostrar dados  acaba incentivando o ato. Até a calada Juliana não deixou de dar a sua opinião de forma muito assertiva.  

- Eu não concordo com o silêncio da escola, das instituições e da sociedade em geral a  respeito de assunto tão grave!  Pyerre se  mostra indignado diante de tal omissão.

- Uma vez busquei dados sobre suicídio na internet e descobri um aumento  assustador no número de jovens e adolescentes que se matam. Não vejo alternativa senão falar e debater exaustivamente o assunto. Maria Clara foi muito “clara” na sua fala.

- O SUICÍDIO É A TERCEIRA CAUSA DE MORTE ENTRE OS JOVENS DE 15 A 29 ANOS. GABRIELA ESTAVA ESCANDALIZADA COM TANTO DESCASO!

- Fico pensando: Será que isso não é suficiente para que haja orientação nas escolas sobre um assunto tão delicado? Pyerre interveio convidando todos a uma reflexão.  

- Milhares de jovens tiram a própria vida no Brasil todo ano. Só no estado da Bahia, segundo a OMS, foram quase seis mil suicídios entre 2010 e 2019. Todos pensavam nesses alarmantes números apresentados por Maria...

-Será que com orientação, diálogos e debates na escola e em outros ambientes sociais essa situação não seria amenizada ? Miguel e Eduardo falaram isso quase ao mesmo tempo. Parecia leitura de pensamento.

Somos apensas adolescentes, mas estamos de concordo com aqueles que apontam o suicídio como uma questão de saúde pública.  Então, achamos válido quebrar esse tabu. Falaram todos em uníssono!

O sexteto era só tristeza naquele dia, mas a tarefa urgente, para eles (e elas) era investigar as possíveis causas da tragédia que acometeu Lucas. Procurariam as poucas pessoas mais próximas a ele e tudo fariam para descobrir, de fato, o que pode ter levado a esse desfecho tão triste.

As tristezas  também fazem parte da vida! Todos pensaram isso e alguns até expressaram tal pensamento, mas com distintas palavras.

Tristeza mais uma vez, mas a vida segue seu curso de aprendizado para os nossos personagens!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

O sexteto da alegria e a questão envolvendo João.

 A questão envolvendo João…


Naquele dia houve, entre outras coisas,  uma intensa discussão no grupo dos seis sobre o caso de um menino que "resolveu", digamos, sair do armário:


  • Mas a família dele é cristã! Não acho que os pais estejam totalmente errados, disse Edu.


  • Mas Jesus jamais discriminou alguém. Ao contrário, ele acolhia a todos. Gabriela deu sua opinião.


  • Acho que esse assunto é muito pessoal e não cabe a ninguém interferir. Kawane também opinou de forma assertiva. 


  • Acho que em quaisquer circunstância,    os pais têm que ter muito amor pelos filhos, mas há também  a questão de uma certa cultura religiosa que, as vezes, interfere demasiadamente na opinião que as pessoas podem formar sobre certos assuntos, principalmente no tocante a sexualidade,   


Papo vai, papo vem, e a conversa tá rolando por horas a fio, mas  até agora não fizemos um parêntese para  jogar uma lupa sobre como veio a tona o assunto em questão. 

Pois bem, o problema envolve João, um amigo do grupo que foi abordado pela mãe ao chegar em casa:


  • Sua prima disse que você anda se declarando gay na escola. Ela foi seca e direta. 


  • Não é nada disso mãe! O menino ainda tentou se esquivar.


  • Nós somos de família cristã e contrários à pederastia. Deus criou o homem e a mulher!


  • Mas Jesus não discriminava ninguém, ainda falou um indignado e corajoso João.


  • Seu não vai gostar nada de saber que tem um filho viadinho em casa! A mãe dispara tais palavras sem um mínimo de sensibilidade e muito menos ainda, de espírito cristão. 


  • Não esperava que você fosse tão preconceituosa! O menino disse tais palavras chorando e saindo correndo de casa. 


Se tivesse aonde ficar, João não voltaria mais para casa. Ele se sentia sem chão e sua vida, naquele momento, parecia-lhe desprovida de sentido. 


  • Talvez fosse melhor eu desaparecer de vez, pois ninguém gosta mesmo de mim! Tais pensamentos tomavam de assalto aquele frágil adolescente de 15 anos que não entendia como uma simples questão de orientação sexual pudesse ganhar contornos tão graves. 


João andou por horas querendo apenas um ouvido complacente. Alguém que pudesse ouvi-lo sem julgamento, sem a “hipocrisia” do preconceito em nome de uma certa religiosidade.  


Chegando próximo da nave do conhecimento, totalmente desnorteado, ele encontra Camila, uma colega do nono da mesma escola que ele. Ela percebe sua tristeza e pergunta?


  • Posso ajudá-lo em alguma coisa? As lágrimas descem sem controle e joão desabafa: 


  • Me sinto um peixe fora d'água! Meus pais não me aceitam. Ele contou tudo o que aconteceu, seu diálogo nada amistoso com a mãe e de como saiu chorando para a rua sem rumo e sem vontade de voltar para casa. 


  • Se acalme meu querido! Você não fez nada de errado. Eles vão ter que te aceitar. 


  • Mas eu não quero voltar para casa! 


Antes que Camila falasse mais alguma coisa, o sexteto da alegria foi visto saindo naquele momento da nave do conhecimento onde estiveram fazendo uma pesquisa de ciências. 


  • Soubemos do seu drama e estamos todos com você! Gabriela foi direto ao ponto. 

  • Não sofra, pois você não fez nada de errado. Tudo vai passar! Pyerre acompanhou a opinião de Gabriela.  


Nesse momento, todos deram um abraço coletivo em João que só precisava disso para se sentir totalmente acolhido. Conversaria com os pais para resolver de vez a questão. Até sairia de casa se preciso fosse, mas estava decidido a enfrentar esse drama movido a preconceito.


No próximo episódio veremos o desenrolar desse drama. 


terça-feira, 26 de julho de 2022

As aventuras do sexteto da alegria

 As aventuras do  sexteto da alegria 


  • Vamos lá Pyerre, passa logo essa bola. E tibum! Mais uma vez o estolvado menino acertou em cheio na altura do tórax de Maria Clara. 

  • Ai meu p…... você tá louco Pyerre?

  • Mas como é que eu vou te queimar jogando a bola feito uma "mocinha"?

  • Além de indelicado é machista!

Nessas alturas, todo o sexteto já estava alí, ao redor de Maria Clara para ver se o "estrago" foi grande. 

Nada além de  um tórax vermelho feito tomate e uma dorzinha na mama esquerda. Isso já havia acontecido algumas centenas de vezes com a estabanada Maria que, geralmente, não conseguia agarrar uma bola. 


Mais uma vez o trio feminino amargou uma acachapante derrota, mas elas jamais desistiam e treinavam bastante para um dia ganhar do "trio dos folgados".


Apesar das doloridas boladas e dos reiterados debates sobre a importância da mulher na história e o machismo estrutural da nossa sociedade,  aquele sexteto de amigos não se largava nunca.


 Viver juntos vinte e quatro horas por dia era o sonho acalentado por eles ( elas), pois só se verem  na escola lhes parecia totalmente insuficiente, já que havia um elo muito forte os unia.


 Gabriela, inicialmente,  era a mais retraída do grupo dos seis. Principalmente nos primeiros anos do ensino fundamental, mas com o tempo vai desabrochando e saindo do casulo. Uma linda e tagarela borboleta se desenhava e era maravilhoso ver essa metamorfose.


Vamos apresentar os demais personagens do sexteto, pois até agora só se ouviu a menção de  Gabriela, Maria Clara e Pyerre. Eduardo é chamado de o "empático", pois é um ótimo ouvinte e está sempre assim preocupado com o bem estar dos amigos. Alguns o chamam "o sensível" também, mas ele não gosta de tais alcunhas. Prefere ser chamado apenas de Edu.


Ainda temos Miguel e Juliana que não se desgrudam desde a educação infantil. Ela disse sempre querer se casar com Miguel que compactuava do mesmo pensamento, mas o tempo passou e ambos são mais ou menos críticos do modelo tradicional de família que não considera os casais homoafetivos.


Às vezes Pyerre, o sacana, falava em tom de brincadeira:


  • Quando a gente crescer, podíamos morar todos na mesma casa ou quem sabe num apartamento na  beira do mar.


  • Não preciso de luxo. Só quero estar perto de vocês para sempre! Maria Clara parecia concordar com as tresloucadas ideias do amigo.


  • Mas como seria essa relação ? Gabriela viajava na imaginação.


  • De amigos, de amigos e algo mais…. Pyerre sugere de novo.


  • Mas nossas famílias iriam questionar. Edu se preocupava com esse futuro hipotético diferente dos padrões.


  • Mas até que seria legal. Miguel se posicionou e Juliana também concordou com ele.


  • Vamos viver intensamente o agora minha gente, disse Edu, o aprendizado  psicológico que o hoje nos proporciona.


E mais um dia de escola se passou naquele intenso e gostoso debate sobre o futuro do sexteto da alegria. Porém, como eles não se  desgrudavam, o grupo dos seis do watts zap iria bombar com o assunto levantado por Pyerre.


No próximo episódio tem mais.