Quem sou eu
- FRANCISCO ASSIS DE LIMA
- Sou um aprendiz da vida, um aluno teimoso e muitas vezes repetente como a maioria, mas, após tantas quedas e solavancos da vida, eu começo a despertar as boas potencialidades latentes em mim. É um processo longo esse, bem o sei, mas não deixarei que pensamentos, sentimentos e emoções doentias tomem o controle da minha vida. Chega de de sofrer por causa dessas escolhas equivocadas! Tudo agora vai acontecendo passo á passo. Nada de pressa nem ansiedade, as coisas não acontecem de uma hora para outra. A natureza não dá saltos. Agradeço ao criador de todas as coisas por essa mudança que começa a se processar em mim.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
domingo, 6 de novembro de 2016
Casos extremos de superação
Casos extremos de superação
Na última semana, a história de Claudio
Vieira de Oliveira, de 37 anos, impressionou muita gente. Mais que o
desconhecido, foi a naturalidade do baiano que tem a cabeça virada para trás ao tratar de sua
deficiência o que mais surpreendeu. Da mesma forma, milhares de brasileiros travam
lutas diárias para serem bem-sucedidos pessoal e profissionalmente, superando
deficiências físicas, visuais e auditivas. O EXTRA selecionou algumas histórias
impressionantes de pessoas que não desistem nunca.
Superação
Para Claudio, a artrogripose congênita, doença que deixou seus braços e
pernas deformados e sua cabeça virada para trás desde o nascimento, em 1976, é
fonte de inspiração. Sua história de vida é o tema de palestras motivacionais
que ele oferece pelo Brasil. Em outubro, ele irá para os Estados Unidos
contá-la em três cidades. Apesar das dificuldades, Claudio não se refere a si
mesmo como “deficiente”.
— Para ser sincero, eu nem percebo quem eu sou.
Eu nunca percebi se eu sou uma pessoa portadora de necessidades especiais,
deficiente, sei lá. Muita gente me pergunta qual o segredo para isso. Bom, para
mim, o segredo é o próprio meio. Se o meio lhe olhar assim (como deficiente), é
assim que você se vê. Eu tenho muita popularidade aqui na minha cidade, me
comunico bem, nunca fico sozinho. Talvez o segredo seja esse, a compreensão de
cada um — explica.
A história de Fernando Fernandes daria uma novela
- ou seria reality show? Depois de participar do “Big Brother Brasil”, em 2002,
o paulista sofreu um acidente automobilístico que o deixou paraplégico, em
julho de 2009. O que para muitos representaria o fim da vida e da carreira
virou um recomeço. Fernandes retomou sua vocação para os esportes e virou
campeão mundial de canoagem paralímpica. Em janeiro deste ano, o ex-BBB
publicou uma foto em que aparece de pé, apoiando-se em uma das mãos. "A
esperança vê o invisível, sente o intocável e alcança o impossível. Tudo no seu
momento", festejou Fernando, emocionando e recebendo inúmeras mensagens e
parabéns dos seus seguidores. Os próximos capítulos da trama prometem...
O esporte também foi o caminho encontrado por Robson Santos. Ele foi vítima de uma bala perdida há 19 anos e
também ficou paraplégico. No PAM de Del Castilho, para onde foi levado, acabou sendo confundido
com um bandido por policiais. Ele precisou da ajuda de seu chefe na época para
provar que não tinha antecedentes criminais e poder voltar para casa. O técnico
em tomografia computadorizada descobriu na natação a motivação necessária para
ir além das barreiras que lhe foram impostas.
— O esporte mudou a minha vida. A autoestima fica praticamente sem
limite. As pessoas te olham com mais respeito, não mais com pena. Elas veem que
você é capaz, independentemente da sua deficiência. Te respeitam como ser
humano — explica ele: — Sem falar nas dores, que diminuíram, e os movimentos,
que melhoraram.
ada derruba Paulo Eduardo Aagaard, o Pauê. Quando tinha tinha 18 anos
quando ouviu de um paramédico: "Você perdeu as duas pernas e terá que
viver com isso". Mais que conviver com a deficiência, ele virou o primeiro
surfista biamputado do planeta (graças a uma técnica própria de se equilibrar
de joelhos na prancha). O brasileiro também já foi campeão mundial e
pentacampeão brasileiro de triatlon. Impressionante!
Artes
A perda de um dos cinco sentidos estimula o desenvolvimento de outro.
Para Nathalia Silva, de 24 anos, que
nasceu surda, isso se manifesta na paixão pelas cores: o que é colorido faz seus
olhos vibrarem — sobretudo se o colorido for justamente nos olhos. É que a
jovem de São Bernardo do Campo, em São Paulo, sempre se interessou por
maquiagem, “desde criança”, e fez disso sua profissão.
Para aprender mais sobre o assunto, Nathalia buscava vídeos tutoriais de
maquiagem na web. Numa rápida busca no Google é possível encontrar milhares de
opções de vídeos em várias línguas ensinando diferentes técnicas para preparar
a pele, passar blush, fazer olhos multicoloridos ou tudo isso junto. Nessa
vasto universo, a jovem notou que faltava um tipo de vídeo, para ela, óbvio: em
libras (língua brasileira de sinais).
— Eu gostava muito de maquiar as pessoas e sempre via os vídeos do
Youtube sem legenda. Eu tinha que ficar tentando entender... Lembrei que dei
aulas de maquiagem para surdas e ouvintes (que sabem libras), e foi muito
legal! É fácil ensinar com libras — contou Nathalia, por e-mail, sobre a ideia
de começar a fazer os vídeos. — As surdas ficaram muito felizes de entender
como fazer os detalhes das maquiagens.
A história de Luciano Alves, de 26 anos, que ficou tetraplégico depois
de um acidente na praia do Arpoador, em 2002, é comovente. Apesar de ter
perdido os movimentos de braços e mãos, o jovem encontrou na arte uma forma de
se expressar. Ele pinta quadros com a boca, já que perdeu o movimento do pescoço
para baixo, e faz parte da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, que conta com mais
de 800 artistas pelo mundo.
— Eu nunca encarei esse fato como um castigo. Muito pelo contrário, foi
uma bênção. Deus me deu uma segunda chance para viver.
Tema: Histórias de superação.
Tema: Histórias de superação.
Superação
e motivação vencendo as dificuldades
-Escreva a numa folha de caderno ou almaço ou digite a história da sua vida, as situações difíceis que já superou, as dificuldades que você vem se superando
no dia a dia e como pretende construir um a história
vencedora. Mínimo de 20 linhas.
-Faremos
o trabalho todos juntos no dia 18/11 em sala.
-nossa
aula do dia 18 será só para fazer esse trabalho, mas será necessária a coleta
de figuras e textos antes dessa data.
- Procure
e imprima imagens e ou história de pessoas que superaram grandes obstáculos em
suas vidas.
-exemplos
superação entre outros: Helen Keller, nick vujicic, Claudio Vieira de Oliveira, Fernando Fernandes, Robson Santos,
Paulo Eduardo Aagaard, Luciano Alves,
Nathalia Silva etc.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Capitulo 11 (incas, maias e astecas) 1701
Capitulo 11 (incas, maias e astecas)
1-
Marque com um (x)a alternativa
correta. (212 e 213)
a) Os maias construíram um grande império
b) Os mais não possuíam uma sociedade
hierarquizada.
c) Os maias nunca formaram um grande
império.
d) Somente os astecas construíram
pirâmides.
2-
Marque com um (x)a alternativa
correta. (212 e 213)
a) As pirâmides maias serviam de túmulo
para os ricos.
b) Os maias eram bons construtores e
inventaram um tipo de cimento.
c) Algumas pirâmides maias chegavam a
700 metros de altura.
d) Não há informações históricas sobre
as pirâmides maias.
3- Associe as colunas (204, 205, 206 e 207)
a)
Restos de túmulos, templos, cerâmicas, esculturas e pinturas rupestres.
b)
É o grande conjunto de imagens deixadas por artistas europeus
c)
Escritos e desenhos deixados por alguns povos americanos, tais como:
Incas, maias e astecas.
d)
Contem os Códices e textos europeus.
e)
Conhecidos também como mexicas.
f)
Relato que busca explicar a origem do mundo.
g)
Simboliza a ocupação das terras do
vale do México.
h)
Cidade capital do império asteca.
i)
Povos que ocupavam as américas do
sul, central e do norte.
( ) códices
( )incas, maias e astecas
( )mito
( )águia sobre o cacto
( )tenochtitlán
( ) astecas
( ) fontes visuais
( ) Fontes da cultura material
( )fontes escritas.
4- Observe as informações e coloque (1)
para astecas (2) para maias e (3) para incas.
( ) viviam na península do Yucatán no sul do
México.
( )Eram também conhecidos como mexicas.
( )Se destacaram também no campo da
astronomia.
( )Na chegada dos espanhóis tenochtitlán
tinha 200 mil habitantes.
( )Eles eram bons construtores e inventaram
um tipo de cimento.
( )construíram um grande império e os povos
pagavam-lhe impostos.
( )Eles nunca formaram um grande império.
( )O sapa (imperador) chamava-se pachakuti.
( )Deixaram a cidade linda Machu Picchu para
a posteridade.
( )construíram templos em forma de pirâmides.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Colonização do Brasil-PRIMEIRO ano Cora Coralina.
Definição
Colonização é o ato de colonizar, ou seja, quando pessoas de um
determinado país ou região vão para uma outra região (desabitada ou com
nativos) para habitar ou explorar. No processo de colonização, ocorre a
influência ou transferência cultural dos colonizadores para os colonizados e
vice-versa.
Existem dois tipos de colonização: de exploração e de povoamento. No
Brasil, por exemplo, a de exploração foi a que predominou, pois os portugueses
vieram para o nosso país, a partir de 1500, para retirar recursos naturais e
minerais (pau-brasil, ouro, diamantes) ou para produzir açúcar, levando o
lucro para Portugal. Os portugueses não estavam interessados em desenvolver o
Brasil. Este mesmo tipo de colonização ocorreu nos países da América que foram
colonizados pela Espanha.
Na colonização de povoamento, os colonizadores buscam desenvolver a
região colonizada. Criam leis, organizam, investem em infraestrutura e lutam
por melhorias. Como exemplo, podemos citar a colonização inglesa nos Estados
Unidos.
Exemplos de colonização na História:
- Colonização Americana: Os Estados Unidos foram colonizados por
ingleses. O Canadá foi colonizado pelos ingleses e franceses. O Brasil foi
colonizado pelos portugueses. Os países de língua espanhola da América (Argentina,
México, Peru, Bolívia, Equador, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Chile,
entre outros) sofreram colonização espanhola.
- Colonização da África: os países africanos foram colonizados pelos
europeus (colonização de exploração). Portugal, por exemplo, colonizou Angola, Moçambique e
Cabo Verde. A África do Sul foi colonizada pelos ingleses. Marrocos e Argélia
foram colonizados pela França.
- Colonização da Oceania: tanto Austrália quanto a Nova Zelândia foram
colonizadas pela Inglaterra.
História do Brasil Colônia
- O Período Colonial
Tratado de Tordesilhas,
Descobrimento do Brasil, Capitanias Hereditárias, Exploração do pau-brasil,
escravidão indígena e africana, ciclo da cana-de-açúcar, domínio holandês no
Brasil, bandeirantes, ciclo do ouro, Guerra dos Emboabas, Revoltas
Engenho de açúcar da época
colonial
Engenho de açúcar da época
colonial
O
Período Pré-Colonial: A fase do pau-brasil (1500 a 1530)
A expressão
"descobrimento" do Brasil está carregada de eurocentrismo
(valorização da cultura europeia em detrimento das outras), pois desconsidera a
existência dos índios em nosso país antes da chegada dos portugueses. Portanto,
optamos pelo termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Esta ocorreu
em 22 de abril de 1500, data que inaugura a fase pré-colonial.
Neste período não houve a
colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra. Após os
primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha,
os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da Mata Atlântica.
O pau-brasil tinha um
grande valor no mercado europeu, pois sua seiva, de cor avermelhada, era muito
utilizada para tingir tecidos. Para executar esta exploração, os portugueses
utilizaram o escambo, ou seja, deram espelhos, apitos, chocalhos e outras
bugigangas aos nativos em troca do trabalho (corte do pau-brasil e carregamento
até as caravelas).p
Nestes trinta anos, o
Brasil foi atacado pelos holandeses, ingleses e franceses que tinham ficado de
fora do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu as
terras recém descobertas em 1494). Os corsários ou piratas também saqueavam e
contrabandeavam o pau-brasil, provocando pavor no rei de Portugal. O medo da
coroa portuguesa era perder o território brasileiro para um outro país. Para
tentar evitar estes ataques, Portugal organizou e enviou ao Brasil as
Expedições Guarda-Costas, porém com poucos resultados.
Os portugueses continuaram
a exploração da madeira, construindo as feitorias no litoral que nada mais eram
do que armazéns e postos de trocas com os indígenas.
No ano de 1530, o rei de
Portugal organizou a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta foi
comandada por Martin Afonso de Souza e tinha como objetivos: povoar o
território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de
cana-de-açúcar no Brasil.
A
fase do Açúcar (séculos XVI e XVII )
O açúcar era um produto de
muita aceitação na Europa e alcançava um grande valor. Após as experiências
positivas de cultivo no Nordeste, já que a cana-de-açúcar se adaptou bem ao
clima e ao solo nordestino, começou o plantio em larga escala. Seria uma forma
de Portugal lucrar com o comércio do açúcar, além de começar o povoamento do
Brasil. A mão-obra-obra escrava, de origem africana, foi utilizada nesta fase.
O trabalho escravo num engenho de açúcar
Administração
Colonial
Para melhor organizar a
colônia, o rei resolveu dividir o Brasil em Capitanias Hereditárias. O
território foi dividido em faixas de terras que foram doadas aos donatários.
Estes podiam explorar os recursos da terra, porém ficavam encarregados de
povoar, proteger e estabelecer o cultivo da cana-de-açúcar. No geral, o sistema
de Capitanias Hereditárias fracassou, em função da grande distância da
Metrópole, da falta de recursos e dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias
de São Vicente e Pernambuco foram as únicas que apresentaram resultados
satisfatórios, graças aos investimentos do rei e de empresários.
Após a tentativa
fracassada de estabelecer as Capitanias Hereditárias, a coroa portuguesa
estabeleceu no Brasil o Governo-Geral. Era uma forma de centralizar e ter mais
controle da colônia. O primeiro governador-geral foi Tomé de Souza, que recebeu
do rei a missão de combater os indígenas rebeldes, aumentar a produção agrícola
no Brasil, defender o território e procurar jazidas de ouro e prata.
Também existiam as Câmaras
Municipais que eram órgãos políticos compostos pelos "homens-bons".
Estes eram os ricos proprietários que definiam os rumos políticos das vilas e
cidades. O povo não podia participar da vida pública nesta fase.
A capital do Brasil neste
período foi Salvador, pois a região Nordeste era a mais desenvolvida e rica do
país.
A
economia colonial
A base da economia
colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro
proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana
escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado
europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.
As plantações ocorriam no
sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único
produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.
O Pacto Colonial imposto
por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.
A
sociedade Colonial
A sociedade no período do
açúcar era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com
poderes políticos e econômicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo,
aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários
públicos. E na base da sociedade estavam os escravos de origem africana.
Era uma sociedade
patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As
mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas
cuidar do lar e dos filhos.
A casa-grande era a
residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família,
alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e
péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).
Invasão
holandesa no Brasil
Entre os anos de 1630 e
1654, o Nordeste brasileiro foi alvo de ataques e fixação de holandeses.
Interessados no comércio de açúcar, os holandeses implantaram um governo em
nosso território. Sob o comando de Maurício de Nassau, permaneceram lá até
serem expulsos em 1654. Nassau desenvolveu diversos trabalhos em Recife,
modernizando a cidade.
Expansão
territorial: bandeiras e bandeirantes
Foram os bandeirantes os
responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de
Tordesilhas. Os bandeirantes penetram no território brasileiro, procurando
índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os bandeirantes que
encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e
Mato Grosso.
O
bandeirante Domingos Jorge Velho
O Ciclo do Ouro: século XVIII
Após a descoberta das
primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar sua extração.
Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por
uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do
que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro
encontrado na colônia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.
A descoberta de ouro e o
início da exploração da minas nas regiões auríferas (Minas Gerais, Mato Grosso
e Goiás) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas
regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país
partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o dia.
O trabalho dos tropeiros
foi de fundamental importância neste período, pois eram eles os responsáveis
pelo abastecimento de animais de carga, alimentos (carne seca, principalmente)
e outros mantimentos que não eram produzidos nas regiões mineradoras.
Desenvolvimento urbano nas
cidades mineiras
Cidades começaram a surgir
e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste
contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil :
Aleijadinho.
Vários empregos surgiram
nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera.
Igrejas foram erguidas em cidades como Vila Rica (atual Ouro Preto), Diamantina
e Mariana.
Para acompanhar o
desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida de
Salvador para o Rio de Janeiro.
Igreja
de Ouro Preto
Revoltas Coloniais e Conflitos
Em função da exploração
exagerada da metrópole ocorreram várias revoltas e conflitos neste período:
- Guerra dos Emboabas : os
bandeirantes queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que
encontraram. Entraram em choque com os paulistas que estavam explorando o ouro
das minas.
- Revolta de Filipe dos
Santos : ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas
de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder Filipe dos
Santos foi preso e condenado a morte pela coroa portuguesa.
- Guerra dos Mascates -
ocorrida entre 1710 e 1711 na capitania de Pernambuco, foi uma rebelião
nativista pela disputa de poder político entre as cidades de Olinda e Recife. O
conflito ocorreu, principalmente, entre a aristocracia açucareira de Olinda e
os mascates (comerciantes portugueses) de Recife.
- Inconfidência Mineira (1789) : liderada por
Tiradentes , os inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil de
Portugal. O movimento foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes
condenados.
Brasil império. QUARTO BIM. Turma 2004 Cora Coralina
O
Brasil Império
A
fase do Brasil Império exige uma gama de textos que abordem
os conteúdos específicos desse momento da história do país, contemplando,
assim, o período que vai do ano de 1822 (quando o Brasil tornou-se independente) ao ano de 1889 (quando foi proclamada
a República).
Para tanto, esse arco temporal é convencionalmente dividido em três partes: Primeiro Reinado, Período
Regencial e Segundo Reinado, que serão esmiuçados a seguir.
Primeiro
Reinado: Momento em que o Brasil deixou a condição de colônia,
quando a família real portuguesa saiu de Portugal após o avanço das
tropas napoleônicas sobre a Península Ibérica, entre os anos de 1807 e 1808.
Nesse contexto, o Brasil foi alçado à condição de Reino Unido de Portugal e Algarves.
A partir de 1808, portanto, teve início no Brasil uma intensa efervescência
política que foi pautada, sobretudo, pelas divergências entre portugueses
(vindos com a Corte) e brasileiros, bem como entre liberais e conservadores
(disputa interna entre os próprios brasileiros).
A
situação política do Brasil só foi resolvida com a articulação e a instituição
do Império. No início de 1820, quando começaram essas articulações, a América
Latina e a Europa estavam passando por grandes reviravoltas. O modelo republicano
era paulatinamente adotado pelos países vizinhos do Brasil. Ao longo do ano de
1821, os chamados “arquitetos” do império, como José Bonifácio deAndrada e Silva, passaram a
tramar a adoção do modelo imperial no Brasil. Em 1822, D. Pedro, filho de D.
João VI, optou por permanecer no Brasil e declarou o país independente de
Portugal, tornando-se o primeiro imperador, sob o título deD. Pedro I.
As
instituições do Império, entretanto, só foram efetivamente estabelecidas e
regularizadas com a Carta Constitucional de 1824, ou, em outros termos, aConstituição
de 1824. Uma das principais características do Império Brasileiro
foi tecida nessa Constituição, isto é, o Poder Moderador, que consistia em um
quarto poder que dava ao imperador a autoridade de apreciar a decisão dos
outros poderes.
Período
Regencial: D. Pedro I abdicou do trono, na década de 1830, em
favor de seu filho, então com cinco anos de idade. Como a menoridade impedia o
então herdeiro do trono de assumir o cargo de imperador, o governo do Brasil
ficou sob a responsabilidade de regentes. A regências tiveram de articular uma
nova configuração política para o Império, além de terem que enfrentar várias revoltasque eclodiram
após a abdicação de D. Pedro I. Uma das manobras políticas mais ousadas da
História do Brasil também foi efetuada no período da regência: oGolpe da
Maioridade, em 1839, que tornou D.
Pedro II imperador
com apenas 14 anos de idade.
Segundo
Reinado: foi o período mais longo da História Imperial, indo de
1839 a 1889. Nesse período, o Brasil passou por transformações de grande porte
em todos os setores, desde o econômico até o cultural. Revoltas também
ocorreram e exigiram uma habilidade de integração nacional muito forte por
parte do imperador.
Além
disso, os ânimos políticos também tomaram uma configuração intensa, sobretudo
entre conservadores e liberais. Os movimentos republicano e abolicionista,
associados às posições do exército, que também passaram a ser refratárias às do
império, acabaram por gerar pressões múltiplas que culminaram no exílio de D.
Pedro II e na consequente Proclamação
da República.
Não
deixe de conferir logo mais abaixo textos que oferecem explicações mais
detalhadas e completas sobre os principais acontecimentos que marcaram o Brasil
Império.
PRIMEIRO
REINADO
Com a Independência em 1822, o Brasil não era mais colônia de Portugal.
Iniciava-se então uma nova fase da história brasileira, denominada Brasil Império. OPrimeiro
Reinado (1822-1831) se
constituiu como marco inicial dessa nova fase. D. Pedro I foi aclamado Imperador do Brasil no ano da Independência e permaneceu
como maior chefe do país até 1831, ano de sua abdicação. A história do
Primeiro Reinado foi marcada por fatos importantes para a política brasileira,
como a Assembleia
Constituinte (1823), a Constituição
de 1824, aConfederação do Equador (1824), a Guerra
da Cisplatina, em 1825,
e aabdicação de D. Pedro I (1831).
No ano de 1822, D. Pedro I já havia
convocado a Assembleia Constituinte, mas esta somente se reuniu em 1823. O
principal objetivo da convocação seria a elaboração de uma Constituição para o
Brasil, ou seja, a criação de um conjunto de leis que asseguraria os direitos
do governo e da população brasileira. Somente membros da elite (latifundiários,
comerciantes, militares...) participaram da elaboração da Constituição de 1824.
Essa constituição, ou seja, a primeira
Constituição do Brasil, tinha um caráter elitista e excludente: deu total poder
a D. Pedro I, enquanto o direito de votar e de se candidatar ficaria restrito a
quem tivesse uma renda mínima por ano.
Inconformados com o caráter elitista
da Constituição de 1824 e com o uso de um poder centralizador por parte de D.
Pedro I, representantes de algumas províncias do nordeste (mais precisamente em
Pernambuco, onde eclodiu a Confederação do Equador, movimento contra a tirania
do imperador) defendiam a federação de algumas províncias do nordeste e a
separação destas do Brasil. O movimento foi sufocado com extrema violência pela
tropa imperial.
Durante o Primeiro Reinado, outro fato
importantíssimo na história do Brasil foi a Guerra da Cisplatina (1825). O
conflito teve início quando um grupo de dirigentes da província Cisplatina
declarou a separação do Brasil e a sua incorporação à República Argentina. D.
Pedro declarou guerra à Argentina e o exército brasileiro foi derrotado
causando grandes prejuízos pelos enormes gastos e grande número de soldados
mortos. A Inglaterra interveio no conflito, pressionando o Brasil e a Argentina
a assinar um acordo de paz. Assim, a província Cisplatina declarou sua
independência desses dois países, tornando-se a República do Uruguai.
No decorrer do Primeiro Reinado, D.
Pedro começou a desagradar a elite brasileira, pois criou uma Constituição que
iria atender a seus interesses autoritários. Além disso, a Confederação do
Equador e a Guerra da Cisplatina causaram grandes gastos para a economia
brasileira e muitas mortes.
Muitos jornalistas, através de seus
jornais, teciam duras críticas ao imperador. Outro fato que manchou ainda mais
a imagem do imperador foi o assassinato do jornalista e médico Líbero Badaró,
grande opositor de D. Pedro.
A abdicação de D. Pedro aconteceu no
ano de 1831, tanto pela pressão política que o imperador sofria da elite e
populares brasileiros, quanto pela tentativa de assegurar os direitos de sua
filha, Maria da Glória, pois, com a morte de D. João VI, a Coroa portuguesa
iria, por direito, a D. Pedro I, que preferiu abdicar o trono português em
benefício da filha e deixou o trono brasileiro para seu filho Pedro de
Alcântara, que se encontrava então com cinco (5) anos de idade. Assim terminava
o Primeiro Reinado.
O
Período Regencial
O
chamado Período Regencial no Brasil estendeu-se do ano de 1831
ao ano de 1840, quando houve oGolpe da
Maioridade, que levou o ainda adolescente D. Pedro II ao poder. Esse período foi
caracterizado por acirradas disputas políticas e conflitos armados (conhecidos
comoRevoltas Regenciais).
A partir de 1831, o Brasil viu-se sem
o imperador, pois D. Pedro I abdicara do trono em favor de seu filho. O rei
tinha assuntos políticos a resolver em Portugal com seu irmão, D. Miguel, a
respeito da herança do trono português. Com a vacuidade do trono brasileiro,
alguns políticos destacados encarregaram-se de reger a instituição imperial com
o objetivo de sustentar a unidade da nação recém-independente até que D. Pedro
II pudesse assumir. O Período da Regência foi dividido em três partes principais:
A
fase das Regências Trinas dividiu-se em duas etapas. A primeira
foi aRegência Trina Provisória (1831), que durou um curto período de dois
meses e ficou caracterizada por salvaguardar a instituição da Regência Permanente e a composição de um gabinete
ministerial. Essa salvaguarda era importante, haja vista que o Brasil ainda não
possuía, nessa época, uma estrutura militar e um poder central coeso. Qualquer
desleixo político podeira resultar na fragmentação do império. Essa fase foi
composta pela tríade: Nicolau Pereira CamposVergueiro, José Joaquim Carneiro de Campos e Francisco Lima e Silva.
A
segunda fase da Regência Trina ficou conhecida como Regência Trina Permanente
(1831-1835). Nesse período, efetivou-se o governo dos regentes, que
ficaram sendo José da
Costa Carvalho (o Marquês de Monte Alegre),Francisco Lima e Silva e João Bráulio Muniz. O gabinete ministerial dessa fase era eminentemente
conservador. O Ministério da Justiça foi confiado à figura do padre Diogo Antônio Feijó, que tratou de
instituir a Guarda Nacional, além de renovar os quadros militares e promover
uma série de outras reformas, incluindo a elaboração do Ato Adicional, de 1834,
que garantiria as eleições para um novo governo, composto por um só regente.
Feijó
tornou-se uma figura destacada ao longo da Regência Trina Permanente e
conseguiu vencer as eleições por uma margem de votos bem pequena com relação ao
seu adversário, Holanda
Cavalcanti, como
assinala o historiador Boris Fausto a respeito do período em que Feijó esteve
no poder:
“Nas
eleições para a regência única, realizadas em abril de 1835, o padre Feijó
derrotou seu principal competidor, Holanda Cavalcanti, proprietário rural de
Pernambuco. O corpo eleitoral era extremamente reduzido, somando cerca de 6 mil
eleitores. Feijó recebeu 2.826 votos, e Cavalcanti, 2.251. Pouco mais de dois
anos depois, em setembro de 1838, Feijó renunciou. Ele sofrera pressões do
Congresso, sendo acusado de não empregar suficiente energia na repressão aos
farrapos, entre cujos chefes estava um de seus primos. Nas eleições que se
seguiram, triunfou Pedro Araújo Lima, futuro marquês de Olinda, antigo
presidente da Câmara e senhor de engenho em Pernambuco.” [1]
A
renúncia de Feijó conduziu a elite política a novas eleições, e Araújo Lima foi eleito o novo regente. Alguns
autores veem a regência de Lima como regressiva com relação aos avanços do Ato
Adicional de 1834. Todavia, a segunda metade da década de 1830, para o Brasil,
foi repleta de turbulências, sobretudo pelas revoltas que ocorreram nas
Províncias. Além da já citada por Boris Fausto, a Revolução
Farroupilha, houve também a Sabinada, a Balaiada e a Cabanagem.Além
dessas revoltas, houve também as revoltas de escravos, como a doQuilombo de
Vassouras e a Revolta dos
Malês.
Segundo reinado.
No ano
de 1840, com apenas quinze anos de idade, Dom Pedro II foi lançado à condição
de Imperador do Brasil graças ao expresso apoio dos liberais. Nessa época, a
eclosão de revoltas em diferentes partes do território brasileiro e a clara
instabilidade política possibilitaram sua chegada ao poder. Dali em diante, ele
passaria a ser a mais importante figura política do país por praticamente cinco
décadas.
Para se manter tanto tempo no trono, o governo de Dom Pedro II teve habilidade suficiente para negociar com as demandas políticas da época. De fato, tomando a mesma origem dos partidos da época, percebeu que a divisão de poderes seria um meio eficiente para que as antigas disputas fossem equilibradas. Não por acaso, uma das mais célebres frases de teor político dessa época concluía que nada poderia ser mais conservador do que um liberal no poder.
Para se manter tanto tempo no trono, o governo de Dom Pedro II teve habilidade suficiente para negociar com as demandas políticas da época. De fato, tomando a mesma origem dos partidos da época, percebeu que a divisão de poderes seria um meio eficiente para que as antigas disputas fossem equilibradas. Não por acaso, uma das mais célebres frases de teor político dessa época concluía que nada poderia ser mais conservador do que um liberal no poder.
Esse
quadro estável também deve ser atribuído à nova situação que a economia
brasileira experimentou. O aumento do consumo do café no mercado externo
transformou a cafeicultura no sustentáculo fundamental da nossa economia.
Mediante o fortalecimento da economia, observamos que o café teve grande
importância para o desenvolvimento dos centros urbanos e nos primeiros passos
que a economia industrial trilhou em terras brasileiras.
Vivendo
seu auge entre 1850 e 1870, o regime imperial entrou em declínio com o
desenrolar de várias transformações. O fim do tráfico negreiro, a introdução da
mão de imigrante, as contendas com militares e religiosos e a manutenção do
escravismo foram questões fundamentais no abalo da monarquia. Paulatinamente,
membros das elites econômicas e intelectuais passaram a compreender a república
como um passo necessário para a modernização das instituições políticas
nacionais.
O
primeiro golpe contundente contra D. Pedro II aconteceu no ano de 1888, quando
a princesa Isabel autorizou a libertação de todos os escravos. A partir daí, o
governo perdeu o favor dos escravocratas, último pilar que sustentava a
existência do poder imperial. No ano seguinte, o acirramento nas relações entre
o Exército e o Império foi suficiente para que um quase encoberto golpe militar
estabelecesse a proclamação do regime republicano no Brasil.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Você é Vitima, vilão ou dono do seu destino?
Você é Vitima, vilão ou dono do seu destino?
Trabalho com jovens e adolescentes no dia á dia e observo que o comportamento deles, na conjuntura atual, pode variar da rebeldia e da revolta à apatia total entre outras formas de comportamentos similares. Há muitos também que têm um bom comportamento, é claro. A grande maioria deles (de uma maneira geral) é de boa índole, mas, com o passar tempo e as influências mútuas, muitos acabam se deixando levar pela onda do grupo e adotando essa ou aquela forma de agir, o que é muito natural na idade deles.
Há bons alunos que começam uma vida escolar mostrando desempenho além do razoável, mas depois se cansam de alguma forma da escola e aderem a uma forma de rebeldia muito comum na escola de hoje: a preguiça. Não querem ler nada em aula, não querem anotar nada que o professor pede e a leitura de livros não é sequer cogitada por ser algo extremamente maçante e cansativo, na visão deles, é claro.
O que, efetivamente, lhes desperta o interesse são as redes sociais, os celulares, os tablets....
Voltando à preguiça. É bom lembrar que a preguiça pode ser uma maneira de se rebelar contra alguma coisa que a gente não quer ou não vê sentido em fazer, mas, num sentido mais amplo, pode ser também uma forma de apatia diante da vida. E ela ( a preguiça) virou uma verdadeira epidemia entre os jovens e adolescentes. Não apenas entre eles, mas vamos nos ater apenas neles, pois ELES estão cheios de energia e na idade própria para o despertar do potencial de inteligência que possuem, da criatividade que está latente que é inerente a qualquer ser humano, do talento para o esporte, da força de vontade para superar os limites, enfim esse é o momento em que a vontade (ou a ausência dela ) pode fazer uma grande diferença na definição do futuro desses meninos e meninas.
Esses potenciais ficam latentes e, em muitos casos nunca são externados ou colocados em prática. Tenho observado um grande desânimo em muitos dos jovens e até mesmo em adolescentes e pré-adolescentes ao meu redor e vejo isso com grande tristeza. Talvez fatores como uma escola pouco atrativa, uma sociedade em franca transformação com muitas mudanças paradigmáticas, dos mais diversos matizes, além de outros fatores internos e íntimos de cada um deles em particular possam gerar ou agravar tal estado de coisas. Mas essa é uma interpretação de um leigo, de um observador sem embasamento teórico, mas que gosta de expressar o seu modo de ver o mundo.
Observo também que, em muitos casos, a adolescência está entrando na idade “adulta” e os jovens continuam sem perspectivas, num estado de completa prostração, sem autonomia para se movimentarem e gerirem a própria vida. Fatores como desemprego contribuem para que esse quadro permaneça inalterado, agravando mais a situação.
O que fazer então? Uma pequena contribuição na base do problema seria uma escola mais atraente que incluísse as tecnologias e as mídias sociais de uma maneira mais efetiva na educação, mas a escola NUNCA SERÁ o paraíso, pois a VONTADE DE APRENDER dos jovens e adolescentes é fundamental nesse processo. Estudar NUNCA SERÁ algo prazeroso para ninguém, mas não precisa ser tão doloroso.
É necessário também que os políticos, os empresários e a sociedade em geral, mas principalmente aqueles mais bem aquinhoados contribuam para uma sociedade melhor, dando um pouquinho do que possuem para minimizar os sofrimentos alheios, investindo em projetos sociais, projetos de inclusão através do esporte e outras iniciativas. Se todos se unirem, as exceções que ajudam muitos jovens e adolescentes passarão a ser regra. Não dá para esperar que o governo faça tudo. Temos que sair do discurso demagógico e partir para a ação.
Enfim, para aqueles que já chegaram na idade de assumir as responsabilidades de uma vida adulta, mas ainda não se sentem preparados para isso, é fundamental não se colocar como VÍTIMA. Jovem, Isso é um equivoco muito comum que não vai te ajudar em nada.
Agindo assim você vai ficar estagnado, sem ação e a vai acabar assumindo o papel de coitadinho. Desse ultimo ninguém pode cobrar, pois ele só é DIGNO DE PENA.
Apenas uma dica de quem já passou por essa experiência: Saia dessa jovem, pois senão de VITIMA você vai se transformar em VILÃO do seu próprio destino. Você pode escolher o melhor. Erga a cabeça e encare as suas responsabilidades. Só assim passará a conhecer o valor da palavra DIGNIDADE, fundamental para qualquer se humano. Você pode escolher entre ser um vencedor ou não.
Apenas uma dica de quem já passou por essa experiência: Saia dessa jovem, pois senão de VITIMA você vai se transformar em VILÃO do seu próprio destino. Você pode escolher o melhor. Erga a cabeça e encare as suas responsabilidades. Só assim passará a conhecer o valor da palavra DIGNIDADE, fundamental para qualquer se humano. Você pode escolher entre ser um vencedor ou não.
Pense nisso!!
Francisco Lima
Assinar:
Postagens (Atom)





